Depois de Hollywood, agora é a vez da política se basear nos quadrinhos!

Plínio de Arruda Sampaio

Agente Graves (100 Balas)
É, eu sei. O título do post é sensacionalista, mas foi só para “aproveitar o gancho” e explicar mais uma coincidência que essa vida me proporciona.
Semana passada comprei o encadernado de “100 Balas” volume 3, lançado pela Panini.
Olha, confesso que estou aliviado. Adoro essa série e já a considero entre as melhores que já li. Acho que já comentei isso por aqui, quem me conhece sabe que gosto.
Bom, voltando… Assim que olhei para o arco “Laços de Sangue” percebi que tinha que dar uma revisada em todas as minhas edições de “100 Balas”. Eu não queria ler quela obra-prima sem conseguir absorver tudo que poderia me dar. Sabe, quando se é fã… você sempre quer ter a experiência máxima.
Então li… e li… e li. Finalmente consumi o conteúdo da minha nova grafic novel e fiquei com aquela coisa na cabeça.
Sabe quando você assiste a um filme muito bom? Isso! E fica pensando na história! Foi assim mesmo.
Anoiteceu e comecei a assistir ao debate dos candidatos (de merda) à Presidência da República. Não sou ligado em política, mas faço o meu dever de casa. Analiso, vejo quem é mais competente, quem está respondendo bem, quem tem boas propostas. Se der tempo ainda aprendo a imitar algum candidato para poder tirar uma com a cara deles.
Só que dessa vez eu tomei um susto! O Agente Graves de “100 Balas” estava no palco!! E o pior: Ele era um dos candidatos!!!
Das duas uma, ou eu estou lendo muitos quadrinhos, ou as adaptações não estão ganhando apenas os games e o cinema.
Só espero que ninguém saia morto dessa.


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